Quando a sua imaginação não mais pode ser controlada e a cada som, cada batuque, cada música, lembrete e até toque de celular te põe a dançar. Felizmente (ou não) seus pés insistem em se controlar e você se mantém imóvel, embora o desejo que te move tente te engolir, te seduzir, te levar, te deixar ser levada... #fazfalta
Quando a poesia enclausurada no canto escuro da sua mente insiste em sair, e bate, bate, bate e bate fortemente contra as muralhas que contém a sua imaginação, a sua criatividade. Que muralha é essa que se pôs? quando se pôs? como? por que? e agora, o que faço para tira-la?
Quando uma mão se estende em meio a nada, quando um impulso te puxa ao penhasco, te joga naquele mar de ressaca e de repente o que você enxerga não é a morte, é a vida se apresentando a você que até agora esteve morta... quando seu rosto é tocado pela água congelante, cada ponto do seu corpo grita, estremece, você pode sentir de novo a vida pulsando, a vontade se manifestando e, num desvairio da madrugada, se vê dançando em meio às ondas, aos peixes, às sereias, estas te pegam e te levam a um grande palco e lá, você dança incansavelmente e mata aquele desejo insaciável que te consumia de dentro pra fora.
Um instante, você acorda, sua imaginação flui e cada passo dado é como uma dança, e cada palavra dita uma melodia, cada momento um drama, uma emoção, uma comédia, e de repente a vida toda tão confusa, trágica, violenta se torna pura redenção, pura arte.
Here is a blog!
A girl: her feelings, her thoughts.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
Para aquela que tem feito TODA a diferença, todo o meu amor!
Qndo eu era pequena e minha mãe podia ver a frustração nos meus olhos após assistir um filme de magia e fantasia ela se perguntava pq, afinal, eu havia gargalhado deliciosamente no filme, sem falar nos olhinhos brilhando mais que estrelas. Até que ela percebeu que eu simplesmente começara a ver que aquela magia não existia na vida real, que fora dos filmes não haveriam fadas, cisnes, princesas, crianças voando para a terra do nunca...mas como toda boa mestra, ela deu seu golpe: pegou-me pela mão e me disse que a vida é tão ou mais mágica que qualquer filme, que a única coisa que vc precisa é enxergar onde a mágica está! Músicos só tocam pq antes aprenderam com as fadas a criar e ordenar os sons, alguns músicos são fadas por si mesmos e fizeram maravilhas na música "Papai do céu às vezes permite que as fadas venham para cá como pessoas para nos encantar e nos lembrar da mágica da vida". Dizer que um pai fez falta? Na verdade, vc foi magnifica, foi não apenas a melhor mãe, a melhor Pãe que poderia existir, e por isso, você merece duas datas comemorativas ;D Te amo mãe, por cada pequeno segundo que vc segurou a minha mão e desferiu golpes que me marcariam e fortaleceriam para o resto da vida, obrigada por existir e estar sempre comigo *-*
domingo, 1 de maio de 2011
E o amor?
Todas as mulheres adorariam ser a Holly e pensam em ter um Gerry ao lado delas. Pelo menos eu sim. Mas é claaro que eu jamais iria admitir que o meu ideal eh tão inalcansável, isso me tornaria infeliz, insatisfeita por buscar algo que sei que n vou alcançar ( o engraçado eh que Gerry e Holly tb n eram exatamente satisfeitos com tudo, mas acho que isso torna o amor dles ainda mais perfeito, eh facil ser feliz qndo tudo eh ideal, dificil eh morar no quinto andar de um prédio sem elevador, hehehe). Às vezes eu gosto de pensar que esse amor verdadeiro, perfeito e absurdamente idealizado existe, há momentos nos quais pensar assim me conforta, e há outros em que simplesmente me fazem qrer pular da janela para esquecer que o amor existe e não está comigo. Agora a pouco pensei em algo bastante singular, o amor é cmo uma criancinha travessa, fofo, gostoso, pode ser a melhor compania, mas cmo todo brincalhão ingenuamente inconsequente, o amor gosta de se esconder, e ele pode fazer isso mto bem se escondendo embaixo d'água, no subterrâneo, na Irlanda, ou até mesmo, pode estar sentadinho do seu lado agora mas tão bem disfarçado que vc não é capaz de percebe-lo ali. E então, o que a gnte faz? Eu pessoalmente escolhi não procurar mais, mas tb, não vou deixar que qlqr cara se aproxime de mim só pq ele é um homem e eu uma mulher, e deixar as coisas acontecerem. Eu não acho isso suficiente e, honestamente? tem jeito de perda de tempo, e este me é mto precioso e curto pra ficar sendo gasto pra lá e pra cá. Mas... não é este, talvez, um meio de se descobrir quem e onde está o amor? Talvez... Mas eu nunca fui muito boa procurando coisas e talvez não seja a mais recomendada para fazer um manual de como acha-las, hehehe.
sábado, 9 de abril de 2011
domingo, 13 de março de 2011
Há aqui entre nós uma leve cortina de fumaças...
Há entre nossas mentes suspiros, sonhos, desejos...
Há entre nossas ações premeditações atrozes,
Não é nossa culpa querer realizar nossos sonhos
É nossa responsabilidade o fogo que ateamos ao mundo sem nos preocupar com a sua fragilidade, com as instabilidades geradas, com as dores, queimaduras e lágrimas que fazemos verter como preço das nossas conquistas.
É nosso custeio inalar a fumaça, umedecer os olhos ressequidos com lágrimas amargas, provocar riso e desespero com os comentários ácidos...
É nossa responsabilidade sonhar e construir um mundo onde os males inerentes aos homens não aflorem.
Há entre nossas mentes suspiros, sonhos, desejos...
Há entre nossas ações premeditações atrozes,
Não é nossa culpa querer realizar nossos sonhos
É nossa responsabilidade o fogo que ateamos ao mundo sem nos preocupar com a sua fragilidade, com as instabilidades geradas, com as dores, queimaduras e lágrimas que fazemos verter como preço das nossas conquistas.
É nosso custeio inalar a fumaça, umedecer os olhos ressequidos com lágrimas amargas, provocar riso e desespero com os comentários ácidos...
É nossa responsabilidade sonhar e construir um mundo onde os males inerentes aos homens não aflorem.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Um velho platônico...
Eu simplesmente adoro o jeito que vc tem de não em dar bola... eu posso ficar horas sorrindo como boba por vc simplesmente não notar o qnto as ocisas são diferentes. Até seus planos sanguinários, pra vc, ficam uma graça, poucas coisas em vc são chatas, esquisitas... nada em vc é sem graça... o seu sorrisinho qndo qr ganhar uma simpatia, o seu olhar de menino que mesmo grande continua sonhando e ah... a maldita mexidinha no cabelo! Tem como resistir? Sou obrigada a agradecer pelos milhares de quilômetros que me separam da sua voz, do seu sorriso.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Uma noite, um chocolate quente, algumas lágrimas...
As luzes da cidade se mantiveram acesas, a dor que aplacava minha alma não atingia nem mudava nada. O Leve calafrio que percorria-me, arrepiando meus braço, externava as lágrimas que profundamente eu tentava conter. O aconchego de lar eu encontrei em uma cafeteria, próxima ao lugar no qual eu infeliz dormitava. Eu buscava abrigo em lojas, coisas, consumo. Eu buscava no exteriror aquilo que interiormente eu gritava desesperadamente para sanar. Viver dói, mas é uam dor... estimulante. Não te faz querer parar, pelo contrário, te faz querer cada vez mais continuar. Somos todos masoquistas os seres humanos.
O cheiro quente do café para mim é aconchegante. Me lembra minhca casa... ambos abrançam-me a alma. Mas...são muito diferentes entre si.
O meu vazio interno tentava se preencher com coisas!! Roupas, sapatos... Eu teorizava sobre preenche-lo com novos sonhos, novos objetivos. Mas no fundo eu sabia que um sonho já em deixvaa suficientemente preocupada. A falta da dança... sinto-a como um passarinho sente de cantar quando seu canto é duramente impedido. Talvez ela pudesse preencher esse vazio... sinto falta do seus objetivos, esforços, conquistas, perto disso a dor nos pés não passa de cosquinha. Não eram impostas, minhas metas eram livres, eu não era obrigada a alcançar, eu não precisava, apenas queria, desejava. Adiaria suas concretizações apenas com pesar, sme profunda dor e angústia que me consomem quando me vjeo distante da faculdade por mais um ano inteiro. Quando vejo meu sonho pendurado na janela por mais um ano inteiro.
Um novo ano se aproxima. Novamente me vejo pequena e frágil diante dos novos desafios, das novas dores, dos infindáveis rios de lágrimas. Dor...Medo! Sei que farão parte de 2011. Eu só peço a Deus um pedacinho da sua misericódia. A concretização de parte do meu sonho, poder iniciar a construção da minha vida.
O calor da bebida se dissipara.
As conversas ao redor pareciam se exaltar.
Então percebi o frio do ar condicionado, meus dedos dormentes, não sei se pelo frio, pelo sapato, ou se pela tristeza que se esvaía em suas pontas.
Aponta do lápis parecia acabar, meu rosto úmido, uma garota mais que saía de casa para buscar conforto à sua dor...minha reflexão e desabafo haviam chegado ao fim.
O cheiro quente do café para mim é aconchegante. Me lembra minhca casa... ambos abrançam-me a alma. Mas...são muito diferentes entre si.
O meu vazio interno tentava se preencher com coisas!! Roupas, sapatos... Eu teorizava sobre preenche-lo com novos sonhos, novos objetivos. Mas no fundo eu sabia que um sonho já em deixvaa suficientemente preocupada. A falta da dança... sinto-a como um passarinho sente de cantar quando seu canto é duramente impedido. Talvez ela pudesse preencher esse vazio... sinto falta do seus objetivos, esforços, conquistas, perto disso a dor nos pés não passa de cosquinha. Não eram impostas, minhas metas eram livres, eu não era obrigada a alcançar, eu não precisava, apenas queria, desejava. Adiaria suas concretizações apenas com pesar, sme profunda dor e angústia que me consomem quando me vjeo distante da faculdade por mais um ano inteiro. Quando vejo meu sonho pendurado na janela por mais um ano inteiro.
Um novo ano se aproxima. Novamente me vejo pequena e frágil diante dos novos desafios, das novas dores, dos infindáveis rios de lágrimas. Dor...Medo! Sei que farão parte de 2011. Eu só peço a Deus um pedacinho da sua misericódia. A concretização de parte do meu sonho, poder iniciar a construção da minha vida.
O calor da bebida se dissipara.
As conversas ao redor pareciam se exaltar.
Então percebi o frio do ar condicionado, meus dedos dormentes, não sei se pelo frio, pelo sapato, ou se pela tristeza que se esvaía em suas pontas.
Aponta do lápis parecia acabar, meu rosto úmido, uma garota mais que saía de casa para buscar conforto à sua dor...minha reflexão e desabafo haviam chegado ao fim.
Assinar:
Postagens (Atom)